sexta-feira, 10 de julho de 2009

Perfume

Quando souberes que me podes vir a encontrar, não ponhas perfume por favor. Mesmo não te tocando o teu cheiro ficou em mim. O mesmo cheiro que demorou semanas a lavar dos lençóis, da minha roupa...e da minha mente. Voltaste! Que nojo que sinto pela minha fraqueza...por não te consiguir encarar e agir com naturalidade! O meu cabelo também cheira a ti, reparei agora, e a minha roupa também. Sinto-me a sofucar pela tua presença enixistente que quer estar constantemente a relembrar-me que já lá não estás como eu queria que estivesses.

Terei de aprender também a não respirar?

O teu cheiro parece estar agora em tudo...
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